Namorando uma menina de 17 anos

ME ENTENDENDO NESSA PANDEMIA...

2020.11.20 19:28 SnooRevelations4846 ME ENTENDENDO NESSA PANDEMIA...

Sempre tive isso dentro de mim, eu apenas não aceitava e reconhecia, eu me esforçava para parecer hetero na frente de todos, sempre que passava uma menininha eu olhava para fingir que gostava para os meus amigos, mas quando eles estavam distraídos eu dava um raspão de olhada mesmo era para os meninos, eu chegava a ser até o homofóbico ás vezes, não me orgulho disso.
Para mim isso só acontecia porque eu nunca tinha ficado com nenhuma menina, até que no começo desse ano, conheci uma menina dá minha igreja na escola... então aconteceu de que nós dois começamos a conversar e nossos amigos começaram a perguntar pra ela, se ela ficaria comigo... meus amigos me perguntaram o mesmo. Eu disse que sim porque eu só estava com medo de terminar o ensino médio sem nunca ter beijado ninguém (drama teen), mas internamente eu só queria saber se eu podia sentir algo por uma menina!
Mais tarde nós nos beijamos, e eu simplesmente não senti nada! diziam que parece que tem borboletas na barriga, mas nada aconteceu, foi só um beijo sem emoções.
Na Pandemia começamos a trocar muitas mensagens e eu comecei assim... a me sentir muito hetero. Ás perguntas que eu tinha sobre mim, começaram a desaparecer. Comecei a imaginar um futuro com ela e tals, bem casalzinho mesmo. Isso foi por 4 meses, de março até um pedaço de junho. Então comecei a querer ver pornografia gay😶 Tinha certeza que era Bi nessa época. Minha mãe sabia que eu estava conversando com essa menina e foi falar para o resto dá família que eu estava namorando, daí eu fiquei tipo... tão tá né! Mandou eu chamar ela para o meu aniversário, eu chamei né, morrendo de vergonha mas chamei, tinha sido a primeira vez que agente ia se ver desde a quarentena! Contei o que minha mãe disse pra minha família e ela disse que vinha como minha namorada então. Começamos a namorar! Não foi feito nenhum pedido, mas se tratávamos como tal.
Comecei a frequentar a casa dela, se beijamos várias vezes... O negócio esquentava por diversas vezes, mas não saia do lugar, diz ela que a primeira vez queria que fosse depois do casamento, eu não via problema em esperar ela, eu também no fundo não queria, mas não sabia o porque, já que eu achava que era Bi. Ficamos assim num relacionamento de 15 em 15 dias eu indo lá. Sempre que saia de lá eu pensava: "Ai que vontade de beijar um homem" 😅. Comecei a assistir vídeos LGBTQIA+ na internet e a entender mais sobre mim. Comecei a me questionar novamente, decidi que não estava feliz indo na casa dela e resolvi terminar o relacionamento. Disse que não estava apaixonado e não sabia se um dia iria me apaixonar um dia por ela, que eu apenas gostava dela e de ficar com ela, mas achava que só ficaria por isso mesmo. Sugeri continuarmos amigos e ela disse que depois do fim de um relacionamento, ela bloqueia a pessoa total e que não fala mais com o ex. Na mesma hora, eu pensei melhor e levei ela para fora do ape dela (a mãe dela estava no quarto do lado) e disse para ela que estava em dúvida sobre a minha sexualidade! Ela me entendeu, me agradeceu por ter sido honesto com ela. Ela sugeriu continuarmos juntos porque eu podia ser BI e me arrepender depois. Em fim, não continuamos.
Duas semanas depois do término agora, eu sei que eu sou Gay! Então não poderia dar certo mesmo.
"Quero me adentrar mais na comunidade, então se alguém tiver um grupo LGBT+ que eu possa entrar, ia ser muito grato. Tenho 17"
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2020.10.18 20:31 marvinpls Webnamoro que possivelmente poderia ter dado certo

Em 2012 conheci uma pessoa, darei o nome de A.
A. devia ter mais ou menos 17 ou 18 anos, e eu, um jovem gafanhoto de 15 ou coisa assim. Conheci a A. numa live de jogos, época que ainda existia a twitcam (quem lembra?), e o "streamer" (nem existia essa profissão na época) falou que tinha uma menina no chat solteira (de brincadeira). Obviamente dezenas de nerds colaram no perfil dela do twitter, e começaram a tentar flertar com ela.
E eu, um moleque nada original, também fui fazer o mesmo. Cara... (kkkkkkkkkk!!!!!!!!) como o tempo passa né? coisa estranha demais lembrar disso. Eu fiquei obcecado pela menina, sei lá. Eu via as paradas que ela postava e o jeito dela, e nunca havia encontrado ninguém assim (claro que não, afinal eu tinha 15 anos e só jogava na internet). Mas até hoje, acho o tipo dela muito diferente das demais (não do tipo "not like the other girls") mas um tipo de garota estranha que fala o mesmo nível de merda que eu naturalmente falo. Pra ser sincero, o meu tipo de garota é justamente alguém mais próximo dela, mas é realmente muito difícil encontrar alguém assim.
Como se não bastasse, a garota era linda demais. Digamos, uma das garotas mais bonitas que já vi (ainda acho isso nos meus atuais 22 anos), e ela morava em outro estado, do tipo muitos estados longes hehehe. Enfim... meu papo de merda deu certo, não lembro exatamente como começou nossa aproximação, mas lembro que eu era o cara que ela ia desabafar por conta de um namoro merda que ela andava tendo (com um tal de C.)
Esse C. era o cara mais chato que já vi na vida. Além de não parecer EM NADA com ela, ele era distante da garota, até onde lembro. Ele investia toda a grana do salário dele em som automotivo (sem meme), e cagava pro namoro.
Ela chorava bastante, e eu ficava horas e horas em chamada com ela por skype conversando sobre bobeiras em geral. O tempo passava, foram mais 2 anos acho nessa brincadeira, até que por um ciúmes bobo ela parou de falar comigo.
Nosso relacionamento era muito baseado no twitter, compartilhávamos e falávamos sobre mutia coisa em comum, e eu claramente estava perdidamente apaixonado pela garota. Numa época aí de fã clubes e não sei quê, algumas garotas de outros estados foram me seguindo também pra trocar ideias (sem maldade), e essas novas amigas fizeram com que a A. se afastasse de mim por achar que eu não quisesse mais ela. Não sei porque, vocês podem me perguntar, eu não fui atrás dela. Sei lá, parecia que eu estava confortável, e tinha achado uma bobeira tão grande dela se afastar, que não achava que fosse tão sério.
Semanas se passaram, e a A. nunca mais falou comigo direito. Tem muito mais coisa, mas realmente não lembro como essa amizade ou webnamoro foi se desfragmentando, pq pensávamos em viagem (com 16 ANOS!!!!! irreal demais, pqp) namorico, etc. Pelo menos eu acho que era, sei lá. Talvez houvesse a chance dela só me considerar um grande amigo, e eu estivesse enviesado como homem de achar que ela realmente era afim de mim. Não sei.
Agora vem a parte engraçada
Eu nunca esqueci seu nome. Meus amigos acabaram virando colegas dela também pq de alguma forma que não lembro, ela chegou a conhecer eles. Então eles acompanham ela nas redes sociais, mas eu não mais. Lembro que eu tinha me afastado a ponto de querer esquecer ela mesmo, e ela o mesmo de mim. Hoje com a cabeça mais madura, teria feito tudo diferente. mas ainda acho webnamoro algo irreal demais.
Basicamente ela está namorando um cara do RJ (já tem um tempão já). Estado na qual eu moro também. Quando descobri isso (por amigos) fiquei de cara. Não fiquei com ciúmes, triste, inveja, nem nada, mas tudo veio novamente na minha cabeça. Caralho, um cara do RJ? Sim, eu pensei no "e se fosse eu??????????".
Eu fiquei abismado por duas coisas: o quanto minha vida mudaria se eu tivesse namorando ela? e se desse tão certo a ponto de eu morar fora? eu ainda falaria com os meus amigos atuais? (que são meus melhores amigos), eu estaria em outra profissão?
Viajei, viajei demais. E o que me faz viajar tanto nessas questões é que não era uma parada extremamente difícil de acontecer. Claramente eram adolescentes decidindo coisas muito importantes e custosas, e que nossas perspectivas de vida iam mudar drasticamente ao chegar nos 20 e poucos anos. Mas digamos que éramos compatíveis em literalmente tudo, sabe? Enfim...
Não sou apaixonado pela garota nem nada, mas é uma história curiosa que penso vez ou outra. As vezes sonho com ela, e eu não sou nada esotérico ou coisa assim, então vocês podem dar as suas explicações mirabolantes que for pra esse tipo de coisa, alma gêmea, coisa assim.
Funfact: uma das paradas mais interessantes nesse rebuliço todo é que ela havia me apresentado uma música que eu não gostava a princípio, mas depois de alguns meses mudou totalmente a forma como me vejo e escutava música. Hoje em dia posso dizer que se ela não tivesse me recomendado aquela banda em 2012, eu estaria escutando mpb ou algo do tipo. Há 8 anos escuto o mesmo "gênero" (mais ou menos na verdade), e fico muito feliz com isso.
E vocês? tem histórias com webnamoro?
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2020.10.10 01:17 Enscie CERTAS PESSOAS MERECEM MORRER

Essa e um aparte da minha historia!
Na pre escola, prezinho e 1 serie sofri bullyng da professora e alunos, professora me ameaçava a por no escuro e que bixo pápao ia me pegar, que o tio lá era um monstro e ia me punir no escuro! Eu criei altos medos deles, sonhos e tal... ate hoje eu tenho medo do escuro... Fico nele mas tenho um certo medo de coisas sobre naturais e tal.
Sofri abuso na escola com 8-10 anos, contei a pouco a mãe com 24 anos!
Os meus "Amigos esfregaram a pica na minha cara, simularem sexo de 4 comigo " e tal, não foi uma vez e me ameaçaram pra não contar!!
Aos 16-17 sofri duvidas da sexualidade!
18 - 20 Fiquei muito deprimido e triste, queria algo bom, sair namorar, uma casa melhor e tal!
21 as 23 Namorei com uma menina legal, mas que sofreu abuso quando nova, a mente dela era ferrada e achei que a gente podia se entender mas ela criou uma casca dura por tudo que rolou e talfoda terminamos mas ainda queria ela! 7 meses depois! Tive mais duvidas de sexualidade namorando com ela! Isso ferrou minha relação, ela era bi e tal... Achei que isso ia nos fazer se entender.
Historia da minha casa! Reposta um outro tópico meu no reddit sobre minha tia e a família do meu pai e casa que vivo, tipo isso e foda pq aconteceu em paralelo de tudo acima do resumo acima!
Cara ela merece! Ela nunca deixou nois reformar aqui e meu pai mora a 20 anos aqui, quando a mae dele era viva ela também não deixava, ele nunca quis sair daqui pra não pagar aluguel, mas viver numa casa com mofo, parede caindo reboco, infiltração só foi fodendo meu psicologico, pois nem amigo trazia aqui, descia do onibus publico da escola longe de casa e ia a pé pra não ser zoando pela casa velha!
Meus amigos da escola que descobriu onde eu morava, mas eu nunca falei! E fique chateado quando vieram aqui! Pq era uma coisa que podia ter sido mudada, uma reforma e tal! Mas eles não deixavam a gente reformar, e agora tem uma casa em cima dessa caindo aos pedaços e não pode derrubar por que a casa de baixo esta meio fragio... Enfim e agora ela esta querendo roubar esse terreno que é de familia dzendo ser dela! Já ate mandou cartão pra gente desocupar ou pagar aluguel, aik meu pai entrou na justiça! Serio eu quero me mudar daqui pra ter tranquilidade!
Acho que matar ela ia resolver um monete pro meu pai e mae! E resto da familia pois ela ta bem e as filhas indo pra faculdade, casa boa e tudo e nois aqui lutando só com minha mae trabalhando e meu pai com hidroceles e não quer se aposentar ou arrumar um trabalho! E eu fodido do pscicologico!
Atualmente quero tomar antidepressivo que trata ansiedade! Pq vi um adio da minha ex sogra e suei, o coração acelerou e quase morri pra dar play nele! Se sonho com algum problema fico super preocupado! Larguei ate um trabalho que consegui recentemente 10 dias depois... to me sentido mal, com a cabeça pesada, ta foda! Angustiando e tal! Tenho ejaculação precoce e ja tomei depressivo pra isso e eu queria sair com alguém mas esse problema me envergonha e tras sofrimento e tomei antidepressivo pra isso uma vez! E melhorei nas outras coisas sabe! Enfim... To tendo muita dor de cabeça e preocupação, quase não durmo ou viro a noite e durmo mais de dez horas quando durmo, ta foda! Tem dia que não quero levantar tipo hoje! Queria ao menos uma renda! Quero me mudar, mesmo que na quarentema a casa sofreu um a reforma, minha ex veio aqui duaz vezes mas acho que me largou por isso também! Enfim e a boasta toda só me fode e não vejo saida!
Desculpa o portugues mas nem to lembrando direito as escrita e pontuação e tal! Acho qe nunca aprendi isso ou e muita coisa na mente que ta dando umas esquecimento! Velw por ler ate AQUI
Grato se leu ate aqui! Se puder me ajudar!
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2020.08.25 07:37 kha_lill565 A FALSA DUPLA PERSONALIDADE DA MINHA EX-FUTURA NAMORADA

Ola pessoal do reddit, minha historia e meio estranha, bizzara, loka e complicada de se entender Eu tenho 16 anos(msm q nn precise saber minha idade), um dia na escola eu me apaixonei por uma menina nova, q tinha um jeitinho loko(me apaixonei por primeira vista), ela era muito bonita,de cabelos cacheados,engraçada,não conseguia parar de pensar nela... Dps de um tempo comecei me aproximar, nos aproximamos ate rapido, e deu pra perceber isso pq alguns amigos dela, falaram q ela não era de deixar as pessoas ter toques fisicos(abracos e tals) e não deixava as pessoas chegar muito perto dela,mas comigo ela permitia, como se ja tinhamos uma intimidade grande, e com isso tentei roubar um beijo dela antes de ir embora, so que ela desviou a cabeça, fiquei magoado, ainda mais q depois ela disse q nn queria nada, mas eu pedi um chance e ela me deu... Passou uns 2 meses e eu comecei a gostar realmente dela e ela de mim, eu me sentia o cara mais feliz do mundo, ja tinha visto os defeitos dela, eu achava, e nisso achei q tinha achado o amor da minha vida, comecamos a falar de casamento, nome dos filhos, oq um casal de namorados normalmente fazem(obs:a gente ainda nn era namorados), tava tudo indo bem, depois de alguns dias, minha melhor amiga(mai), bloqueou eu, a menina q gostava e outra amiga(jaiana,nome falso), e saiu de um grupo q a gente fez pra conversarmos todo mundo junto, sem dar nenhuma explicação,ficamos preocupados ,principalmente a jaiana, q nn sabia q a mai tinha passado por depressão, e no meio disso tudo, tentando acalmar a jaiana, a menina que eu gostava, comecou falar estranho, com um tom sarcasticos(q nn era dela), falando sobre coisas q ela passou, e comecou a falar e rir sobre um incendio q ela passou com a mae dela, ate ai não tinha percebido nada, ainda estava lokamente apaixonada por ela, depois "resolvemos o problema" da mai e ela voltou a falar com nos... Passou mais 2,3 meses e a menina que gostava, comecou a mudar cmg, ficar mais fria, não me dava mais a atenção que antes, tinha pouco tempo pra mim, falava em tom sarcastico, agindo totalmente diferente do que era comigo, ate que um dia ela falou q amava o um personagem de creepypasta, o jeff the killer(que foi inspirado em um assassino em serie q matou 17 pessoas, se nn me engano, envolve homens e crianças), e eu comecei a perguntar porque ela amava ele, porque ela tava agindo estranho comigo, ela comecava a dar risada perguntando:"era so isso kkk" e comecamos a discutir... Enquanto discutiamos, eu fazia perguntas pra ela, mas ela não me respodia e se respondia era rindo, ate que uma hora eu falei que queria entender ela, ela disse pra mim não tentar, se não me mataria, eu dei risada achando q era brincadeira, mas logo depois vi que não era, comecei a ter crise muito forte(pois ja estava sofrendo de crises de ansiedade e ela sabia), eu querendo entender ela, o porque ela amar um personagem, de estar falando comigo como se fosse uma psicopata e ela falando que não queria ninguem, que iria invandir minha casa(em outras palavras),e mandei 300 mensagens pra mai, pois ela estava me ajudando muito a ficar junto com a menina e ajudava a me acalmar, depois de umas 3 horas nessa conversa, ela fala que eu julguei ela, como os outras pessoas, depois fiquei confuso e ela sumiu(isso tudo foi de madrugada). Nisso tudo,ela sumiu e logo depois de alguns minutos volta falando que tava dormindo, falei pra ela ler as conversas, porem no celular dela apagaram a conversa(ela mesma), copiei as mensagens e mandei pra ela(mas acho que ela não leu), após falar tudo, falei pra ela que o jeito que ela estava falando era igual uma psicopata e falei do incendio, ai que começa ficar mais estranho, porque ela falou que não lembrava q tinha falado do incendio pra ninguem, com isso tudo peguei me despedi dela e fui tentar dormir. Depois de um certo tempo, ela continuando agindo estranho cmg, no meio de uma conversa ela comeca a falar com sarcasmos, falando com ignorancia, pensei q fosse dupla personalidade, q quando uma pessoa tem depressão, tem chance de criar uma outra personalidade, falei com a mai sobre isso, mandei as conversas e tudo pra ela entender, ela achou que poderia ser dupla personalidade tambem, então pensei como poderia ajudar, então fui atras da melhor amiga da menina q gostava(Julia), e a julia falou que ela inventava essas coisas, pois ela ja tinha falado q pegava a faca e apertava na mão, q exagerava um pouco com o acontecimento do incendio, tudo isso pra dar um gatilho mental nas pessoas que passam por depressão, ansiedade e desanimo da vida, pra elas ouvirem e pensar que ela passava por coisa pior. MANO, eu fiquei puto, tao puto, porque tinha ido atras de conversar com pessoas q tinham passado por essas coisas, q tinham dupla personalidade, pra descobrir que era simplesmente uma atuação, nisso eu perdi a confiança nela, mas não falei q sabia, pois amava ela, entao esperei, pois a amiga dela tinha dito que depois de um tempo ela mudaria, voltaria ao normal. O tempo foi passando, o sentimento foi esfriando, e com isso tudo comecei a gostar de outra pessoa, a menina tinha voltado ao normal, porem eu tinha mudado com ela, dando menos atenção pra ela, falando menos com ela, não chamando pelos apelidos, ate q um dia nos discutimos, pois a "outra personalidade" dela tinha aparecido, e no meio da discussão, eu falei errado e ela entendeu q estava falando que não estava nem ai pra sua confiança, ela terminou cmg(mesmo não namorando), eu pedi perdão e ela me deu mais uma chance, mandei as convesas pra mai e pra julia, as duas ja estavam meio q revoltadas por estar agindo assim. Mas um tempinho, a mai conversando cmg, me contou q gostava de mim,q gostava antes de eu comecar a gostar da menina e mesmo assim me ajudou com a menina, e com isso tudo contou a verdade por causa q não aguentava mais esconder isso, fiquei feliz, muito feliz, porque a pessoa que comecei a gostar era a mai, mas era lerdo e não sabia oq fazer, então pedi opinião pra umas amigas, pra minha irmã, e pra julia, e todas falaram pra ficar com a mai, pois ela não me fazia mal igual a outra menina, e com isso escolhi ficar com ela, e no dia seguinte terminei com a menina, falei que sabia de tudo, que ela estava finjindo, que o sentimento por ela tinha esfriado, nisso ela botou a culpa em mim por ela ter gostado de mim, perguntando se achei alguem, falei que não e depois de tudo isso,decidimos ser melhores amigos, e hoje amo a mai como o amor da minha vida
Espero q tenha gostado E desculpe me o livro '-' <3
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2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.24 03:27 kuuhakugk Só um desabafo

Olá, meu nome é Gabriel estou escrevendo isso porque mais uma vez me encontro bebendo sozinho sem ninguém pra conversar. Tenho 19 anos e cara eu odeio minha vida lido com depressão desde os 14, já fui parar no hospital algumas vezes, umas por tentativa de vcs sabem e outras por anemia. Particularmente eu me considero uma pessoa centrada e inteligente mas apenas quando se trata do lado lógico das coisas, porém inevitavelmente como qualquer outra pessoa uma hora eu teria experiências sociais, particularmente eu sempre quis esse tipo de coisa amigos uma namorada para quem eu pudesse dar TD de mim ao contrário dos exemplos de pessoas que não entendiam oque tinham em suas mãos o amor é complexo e lindo ao mesmo tempo. Aos 17 anos conheci a menina que viria a ser a pessoa mais importante da minha vida, por um tempo pelo menos e como quase tudo na minha vida deu errado, não quero me estender muito sobre o assunto, afinal mesmo essa história tendo acabado há um ano ainda não me sinto confortável pra falar sobre isso, enfim aconteceram vários problemas quase levei uma facada do pai dela apenas por ele me ver andando ao lado dela (sem saber que estávamos namorando) dentre outras coisas fiquei seis meses sem vela pois o pai abusivo não a deixava sair de casa, tive que esperar ele sair de casa pra ir vela tanto esforço pra no fim ela dizer que enjoou de mim, lógico que eu também errei bastante, não fui nem de longe perfeito porém isso me destruiu por dentro a vontade de viver que eu havia recuperado ao estar com ela foi totalmente sugada, cheguei a me afundar em álcool e até cocaína então me perguntei oq caralhos eu tava fazendo e bem hoje só bebo e fumo cigarro o sentimento que eu sentia por ela naturalmente foi se esvaindo aos poucos, mas a dor além do fardo miserável de me perguntar por que eu existo continua simplesmente eu não tenho uma razão para viver acúmulo os acontecimentos ruins e ignoro os bons, me sinto um zumbi apenas vivendo sem nenhum motivo, mesmo bebendo exageradamente ainda tento me auto motivar, mas parece que a cada dia isso se torna mais difícil. No fim eu espero viver uma vida da qual eu sinta orgulho bem cmg mesmo feliz, você que está lendo isso sente algo assim não desista sempre tem algo a mais pra você as missões mais difíceis são para os guerreiros mais fortes. Isso é só um desabafo.
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2019.09.28 02:34 -Galactic_Cat- Talvez eu morra sozinho

17 anos, teta final do ensino medio e eu NUNCA tive um relacionamento, nenhuma namoradinha, nenhuma ficante,NADA! E não foi por falta de tentativa, eu me aproximava das guria mas com o tempo o negocio ia perdendo tempero e eu ficava na friendzone....eu diria q sou alguem namoravel, em momentos sou carente, sou culto, leio mt e tenho planos.
Sla, fim de ensino medio e todo mundo ta namorando, acho estranho esse negocio. Sabe aquela velha estoria de amigo q começa a namorar e esquece os amigo, ou amiga q começa a namorar e ja trata todo mundo diferente. Então, e esse n é o meu maior problema, confesso q o q mais me incomoda é a felicidade alheia, alem disso a mudança n depende unicamente de mim, claro q eu poderia deixar tudo de lado e correr atras de meninas do fundamental confusas sobre seus hormonios e repletas de carencia e irracionalidade, isso ainda n é uma opção pra mim. Como proceder?
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2019.08.09 01:25 enasoladabota Acho que eu tô gostando de uma menina, mas a diferença de idade me dá medo

Tenho 17 anos e estou no 3º ano do Ensino Médio. Como já desabafei aqui antes, nunca fui de se apaixonar por qualquer uma; dá pra contar nos dedos as garotas pelas quais eu realmente senti uma atração (em nenhum dos casos recíproca). Porém, esse ano, eu comecei a falar com uma galera do 1º ano que tem interesses em comum e acabei virando amigo deles. Entre eles, a menina que eu acho que tô gostando. Não tenho certeza se ela me vê como mais que um amigo, mas a gente se tornou bastante próximo. O problema é que, além das minhas inseguranças usuais, eu me sinto culpado por querer namorar uma menina de 15 anos. Por mais bobo que possa parecer, eu me sinto estranho quando considero a possibilidade de estar na faculdade namorando uma menina que ainda tá no 2º ano do Ensino Médio, ou de me apresentar pros pais dela... Ah sim, tem também o fato q eu tenho uns 2 metros de altura, e as pessoas geralmente acham que eu sou mais velho por causa disso. Enfim, meu plano é ao menos esperar até eu terminar o colégio pra tentar qualquer coisa (pra evitar os julgamentos dos colegas da gente), ou, até lá, talvez cair na real que na verdade eu só gosto dela como amiga.
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